Biblioteca da Escola Secundária de Albufeira - AE Albufeira Poente
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Concurso FAÇA LÀ UM POEMA
Faça lá um Poema 2014
Determinadamente apostados no
incentivo à leitura e à escrita de poesia, o Plano Nacional de Leitura e o
Centro Cultural de Belém, voltam, conjuntamente, a apostar no Concurso FAÇA LÀ UM POEMA (FLP), para o que
convidam as escolas públicas e privadas, do 1º Ciclo ao Ensino Secundário, de
todo o país, Continente e Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira a
participar e a desafiar os autores escondidos que há em cada aluno das suas
turmas.
O Concurso vai decorrer entre Janeiro e Março de 2014 e terá
a Final no Centro Cultural de Belém, integrada nas comemorações do Dia
Mundial da Poesia, no dia 22 de Março de 2014.
Entrega o teu poema na biblioteca.
Poemas (máximo
4 por cada agrupamento, UM poema por cada nível de ensino)
ESAfrica - Noite da Multiculturalidade
ESAfrica 31 de Março de 2011
Promoção da leitura, arte, música e representação da cultura africana.
Objectivos:
Criar práticas que suscitem um acesso regular à Biblioteca e ao uso dos seus recursos.
Encorajar ao desenvolvimento pessoal e cívico dos nossos alunos.
Encorajar a aprendizagem ao longo da vida através da promoção da biblioteca e da leitura.
Motivar a leitura ao longo da vida para informação e por prazer.
Envolver os jovens no planeamento e execução das actividades da Biblioteca Mostrar que a biblioteca é um local vivo e que acolhe a mudança.
Oferecer um plano de actividades rico e diversificado, de promoção da leitura e das literacias.
Incrementar as relações com a comunidade extra-escolar, abrindo de uma forma crescente as actividades dinamizadas ao exterior
Lançamento do livro PoetESA
“ Deus quer, o Homem sonha, a Obra nasce…”
Fernando PessoaLançamento do livro PoetESA
No dia 8 de Junho pelas 10H30, decorreu na Biblioteca da ESA o lançamento do livro PoetESA, uma colectânea de textos poéticos realizados por alunos do 10º ano dos cursos científico-humanísticos, da Escola Secundária de Albufeira, no âmbito da disciplina de Português.
O desafio foi lançado nas aulas de leitura e produção de textos poéticos a par com a construção de Antologias pessoais de recolha de poesia contemporânea.
Durante a sessão foram declamados alguns dos poemas que compõem esta colectânea, dando lugar a um momento único de partilha de Sentimentos, Emoção e Palavras, ditas pelos nossos poetas em construção…
Leitura de poemas: Rita, Adriana, Leonor, Olga, Clotilde, Joana, Cremilde, Carolina, Maria, Catarina, Sara, Diana, Ji, Marcel e Lauren, das turmas 10º B,C,D,E,F,G,H.
Coordenação: Professoras Antonieta Aguiar, Fátima Sousa, Florbela Silva, Maria de Jesus Pinto
Colaboração : Professores Gabriel Simão e David Marques/ Catarina Vital, 10ºE
Noite das Arábias em livro
No dia 16 de Março celebramos o Dia Mundial da Poesia, com a apresentação do livro da Noite das Mil e Uma Noites na Biblioteca. O ambiente foi de festa e de poesia.
Os alunos de Artes do Espectáculo fizeram uma leitura dos poemas da autoria do professor Fernando Carvalho, que compõem o livro.
"A minha oração é esta:
a harmonia das emoções,
a sabedoria dos pensamentos,
o querer resoluto.
Mas ver-te é tudo em mim
nascer belo e intenso,
o teu gesto sofisticado, tão sob medida,
lança-me à dor e ao êxtase,
Deixa-me ir
são as flores vermelhas que crescem à entrada da tua casa."
Entrega de Certificados de mérito
Depois de uma sublime “Noite das Arábias” eis que surge o momento para distinguir os professores, funcionários e alunos que tornaram aquela noite ímpar.
Foi com este espírito de reconhecimento que no dia 16 de Março, pelas 18 horas, a Biblioteca da ESA entregou os certificados de mérito a todos os que com o seu talento abrilhantaram a nossa Noite das Mil e Uma Noites .
A Directora da Escola, a Dr.ª Célia Pedroso dirigiu palavras de agradecimento e apreço, deixando no ar a ideia que com uma moldura humana tão talentosa a ESA fará muito mais.
Prosseguiu-se com boa disposição, assistindo-se à visualização dos momentos mais marcantes ( vídeos) e divertidos que para nós são inesquecíveis!...
E porque nunca nos esquecemos daqueles que trabalham connosco, celebrámos o aniversário da professora Rosário Charrua que foi surpreendida pelos seus colegas e alunos.
Leituras
Leitura
Quando por fim as árvores
se tornam luminosas; e ardem
por dentro pressentindo;
folha a folha;as chamas
ávidas de frio:
nimbos e cúmulos coroam
a tarde, o horizonte,
com a sua auréola incandescente
de gás sobre os rebanhos.
Assim se movem
as nuvens comovidas
no anoitecer
dos grandes textos clássicos.
Perdem mais densidade;
ascendem na pálida aleluia
de que fulgor ainda?
e são agora
cumes de colinas rarefeitas
policopiando à pressa
a demora das outras
feita de peso e sombra.
Carlos de Oliveira
Quando por fim as árvores
se tornam luminosas; e ardem
por dentro pressentindo;
folha a folha;as chamas
ávidas de frio:
nimbos e cúmulos coroam
a tarde, o horizonte,
com a sua auréola incandescente
de gás sobre os rebanhos.
Assim se movem
as nuvens comovidas
no anoitecer
dos grandes textos clássicos.
Perdem mais densidade;
ascendem na pálida aleluia
de que fulgor ainda?
e são agora
cumes de colinas rarefeitas
policopiando à pressa
a demora das outras
feita de peso e sombra.
Carlos de Oliveira
Recital de Natal - 2009
Dia 14 de Dezembro
20H30
Biblioteca da Escola Secundária de Albufeira

-António Gedeão, David Mourão-Ferreira, Teixeira de Pascoaes, João de Deus, Fernando Pessoa e Mário Sá Carneiro, entre outros.
Protagonizado por:
- Formandos dos 1º e 2º anos dos Cursos EFA do Ensino Secundário
- Alunos do Ensino Recorrente por Módulos Capitalizáveis
Projecto: Língua, Cultura e Comunicação
Formadores: Ilena Gonçalves, Carla Rodrigues
Teresa Costa e Ismael Pereira

Poesia Online - PORTO DE ABRIGO
Retrato do herói
Herói é quem no muro branco inscreve
O fogo da palavra que o liberta:
Sangue do homem novo que diz povo
E morre devagar de morte certa.
Homem é quem anónimo por leve
lhe ser o nome próprio traz aberta
a alma à fome fechado o corpo ao breve
instante em que a denúncia fica alerta.
Herói é quem morrendo perfilado
Não é santo nem mártir nem soldado
Mas apenas por último indefeso.
Homem é quem tombando apavorado
dá o sangue ao futuro e fica ileso
pois lutando apagado morre aceso.
Manuel Alegre, O canto e as armas
http://portodeabrigo.do.sapo.pt/
Herói é quem no muro branco inscreve
O fogo da palavra que o liberta:
Sangue do homem novo que diz povo
E morre devagar de morte certa.
Homem é quem anónimo por leve
lhe ser o nome próprio traz aberta
a alma à fome fechado o corpo ao breve
instante em que a denúncia fica alerta.
Herói é quem morrendo perfilado
Não é santo nem mártir nem soldado
Mas apenas por último indefeso.
Homem é quem tombando apavorado
dá o sangue ao futuro e fica ileso
pois lutando apagado morre aceso.
Manuel Alegre, O canto e as armas
http://portodeabrigo.do.sapo.pt/
Poetisa na Escola - Idália Farinho
A ausência da sua mãe, que morreu tinha ela cinco anos, é também um dos temas bastante contemplados na sua obra.
Professora durante uma vida, foram os alunos que a motivaram a publicar os seus poemas.
Será só uma questão de sensações?

Apalpo uma pedra,
ou uma árvore,
ou uma flor,
e toda a terra se oferece
como se fosse um cofre de perfume.
Escuto uma pedra,
ou uma árvore,
ou uma flor,
e toda a terra se remexe
como se fosse um rio adolescente.
E é tudo quanto me basta para ser feliz.
Não durmas, coração!
A Natureza está aqui.
Idália Farinho, Palavras Simples.
Apalpo uma pedra,
ou uma árvore,
ou uma flor,
e toda a terra se oferece
como se fosse um cofre de perfume.
Escuto uma pedra,
ou uma árvore,
ou uma flor,
e toda a terra se remexe
como se fosse um rio adolescente.
E é tudo quanto me basta para ser feliz.
Não durmas, coração!
A Natureza está aqui.
Idália Farinho, Palavras Simples.
Um grande desejo
Mãe, em cada estrela que passa,
fico esperando que nasças!
Eu ainda não perdi a esperança de ser filha!...
Palavras Simples,1987
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